quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

ELEIÇÕES SE APROXIMANDO E NADA RESOLVIDO

QUEM SÃO OS CONCORRENTES

BALÃO DE ENSAIO

A menos de um ano das eleições gerais no Brasil, estamos em Rondônia em plena busca de nomes para conduzir o estado, para a assembleia legislativa, para o senado, para a câmara federal e para a presidência da república. Com a atual situação administrativa nacional em que estamos vivendo, não será uma tarefa fácil para os eleitores de nosso estado. Estado que segue em franco desenvolvimento, com uma pujança enorme, com todas as qualidades para ser o mais desenvolvido da região norte. Rondônia cresce muito no agronegócio, na pecuária e em quase tudo que está fazendo na produção e o desenvolvimento.

Dentre todos que almejam ser eleitos, temos muitos nomes que “carecem” de uma análise bem acentuada em relação aos seus feitos ou mal feitos durante o seu mandato eletivo. Quanto aos “neófitos”, os sem mandatos, a busca por nomes nos oferece uma gama imensa de possibilidades de “erros” e “acertos”, isso, em relação do poder da mídia, das redes sociais, das mentiras e da falta de compromisso dos órgãos de fiscalização, em especial da Justiça Eleitoral, que se faz de “moca” e finge não ver o que está acontecendo e acompanhar as promessas irrealizáveis que são feitas em época de pré e, de campanha pelos candidatos.

Dito isso, fica única e exclusivamente restrito ao eleitor “adivinhar” qual o candidato que irá cumprir às suas promessas com vistas a ocupar os cargos em disputa. No tocante ao senado da república, a situação fica complicada, pois, além dos que já são ocupantes de cadeiras na casa, Marcos Rogério e Confúcio Moura, teremos muitos nomes que entram com muita “garra” e “grana”, para “destronar” os atuais ocupantes, cremos que haverá mudança substancial e muitas surpresas.

Na área da “governança” do estado, muitos são os pretendentes e poucos com capacidade e experiência administrativa, poucos, com as duas qualidades em alta e, que estão no aguardo da hora da formalização das alianças, ou seja, a união de forças políticas entre capital e interior e vice versa. Temos pela capital o ex-prefeito Hildon Chaves, que comanda o PSDB e, em Cacoal, o atual prefeito Adailton Fúria, oriundo do PSD, comandado pelo ex-senador Expedito Júnior, que pretende uma cadeira na câmara federal. Quanto ao atual governador Marcos Rocha, ainda não conseguiu se “desvencilhar” das “contendas” com seu vice Sérgio Gonçalves que, pretende lutar pela cadeira de governador, porém, ambos não se entendem e, também não definem o que irão fazer, somente após o mês de abril saberemos na verdade o que ambos decidirão se unem os cordões “umbilicais” ou “racham” de vez o “diamante” da confiança, outrora muito fortalecida e comemorada durante a campanha e parte do mandato de ambos.



Pedro Francisco
Jornalista 1.297-RO/BR