ELEIÇÕES SE APROXIMANDO E
NADA RESOLVIDO
QUEM
SÃO OS CONCORRENTES
BALÃO DE ENSAIO
A
menos de um ano das eleições gerais no Brasil, estamos em Rondônia em plena
busca de nomes para conduzir o estado, para a assembleia legislativa, para o
senado, para a câmara federal e para a presidência da república. Com a atual
situação administrativa nacional em que estamos vivendo, não será uma tarefa
fácil para os eleitores de nosso estado. Estado que segue em franco
desenvolvimento, com uma pujança enorme, com todas as qualidades para ser o
mais desenvolvido da região norte. Rondônia cresce muito no agronegócio, na
pecuária e em quase tudo que está fazendo na produção e o desenvolvimento.
Dentre todos que almejam ser
eleitos, temos muitos nomes que “carecem” de uma
análise bem acentuada em relação aos seus feitos ou mal feitos durante o seu
mandato eletivo. Quanto aos “neófitos”,
os sem mandatos, a busca por nomes nos oferece uma gama imensa de
possibilidades de “erros” e “acertos”, isso, em relação do poder da mídia,
das redes sociais, das mentiras e da falta de compromisso dos órgãos de
fiscalização, em especial da Justiça Eleitoral,
que se faz de “moca” e finge não ver o que
está acontecendo e acompanhar as promessas irrealizáveis que são feitas em
época de pré e, de campanha pelos candidatos.
Na área da “governança” do estado, muitos são os
pretendentes e poucos com capacidade e experiência administrativa, poucos, com
as duas qualidades em alta e, que estão no aguardo da hora da formalização das
alianças, ou seja, a união de forças políticas entre capital e interior e vice
versa. Temos pela capital o ex-prefeito Hildon Chaves,
que comanda o PSDB e, em Cacoal, o atual
prefeito Adailton Fúria, oriundo do PSD, comandado pelo ex-senador Expedito Júnior, que pretende uma cadeira na
câmara federal. Quanto ao atual governador Marcos Rocha,
ainda não conseguiu se “desvencilhar”
das “contendas” com seu vice Sérgio Gonçalves que,
pretende lutar pela cadeira de governador, porém, ambos não se entendem e,
também não definem o que irão fazer, somente após o mês de abril saberemos na
verdade o que ambos decidirão se unem os cordões “umbilicais”
ou “racham” de vez o “diamante”
da confiança, outrora muito fortalecida e comemorada durante a campanha e parte
do mandato de ambos.

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